
- E era a vida uma elegia constante
- Que ele vendeu ao azar da sorte
- Se transformou num equilíbrio distante
- E se tornou um adorador da morte
- E perdeu o pequeno sorriso..
- E se entregou ao seu lado forte
- O lado mais pesado e passivo
- De constante adorador da morte
- Perdeu dos olhos o constante brilho
- Transformou o coração num constante exílio
- Passou a corda se...enforcou num poste
- Incompreensível...razão e motivos fogem
- Ninguém entende por quê morrera jovem
- Tão apenas para se encontrar com a Morte.
Um comentário:
singelamente, umm rapaz esperançosso apaixonado pela morte ! Adorei goticamente, rs
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