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sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

AMOR(TE)AMO


  • E era a vida uma elegia constante
  • Que ele vendeu ao azar da sorte
  • Se transformou num equilíbrio distante
  • E se tornou um adorador da morte

  • E perdeu o pequeno sorriso..
  • E se entregou ao seu lado forte
  • O lado mais pesado e passivo
  • De constante adorador da morte

  • Perdeu dos olhos o constante brilho
  • Transformou o coração num constante exílio
  • Passou a corda se...enforcou num poste

  • Incompreensível...razão e motivos fogem
  • Ninguém entende por quê morrera jovem
  • Tão apenas para se encontrar com a Morte.

Um comentário:

Edgar Pereira disse...

singelamente, umm rapaz esperançosso apaixonado pela morte ! Adorei goticamente, rs